quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Protetores, instituições e ONG’s, aproveitam este dia de comemoração para fazerem campanhas de adoção responsável e solidária para os cachorros em situação de abandono, além de realizarem consultas gratuitas e cirurgias de castração para cães da população carente, com o objetivo de diminuir a quantidade de cachorros de rua.

domingo, 20 de agosto de 2017

PERGUNTE AO ESPECIALISTA: “CHOQUINHO” E “CHOCÃO” TRAZEM RISCOS SÉRIOS!
Artigo escrito pelo Eng. Edson Martinho, da Abracopel – associação parceira do Programa Casa Segura, explica que diferente do que propaga o senso comum, choques considerados leves também representam perigo à saúde humana. Saiba quais são as proteções essenciais nas instalações elétricas de seu condomínio.
Muitas vezes ouvimos a seguinte frase: “Foi só um choquinho leve. Ainda bem que era cento e dez, se fosse duzentos e vinte seria perigoso!”. Esta situação é mais comum que imaginamos, mas o risco é enorme. Um estudo da ação da corrente elétrica passando pelo coração de um ser humano mediano (adulto), a qual resultou em norma internacional (IEC 60479-1), aponta que choques elétricos com valores acima de 50 volts, em situação de ambiente seco e durante um período de até um segundo, podem levar à parada cardíaca e, consequentemente, à morte.

Se a condição do choque ocorrer em ambiente molhado, como, por exemplo, no chuveiro, ou lavando-se um piso, o valor do choque que provoca riscos baixa, em média, para cerca de 25 Volts; e se o choque ocorrer dentro de uma banheira ou piscina, o limite cai abaixo de 12 volts. Mas não é só a parada cardíaca o grande problema causado pelo choque elétrico. Há outros danos à saúde, como a fibrilação ventricular (é considerada como a causa principal de morte por choque elétrico), asfixia, contrações musculares, dificuldade de respiração, aumento da pressão arterial etc. Sob tensões maiores, podem ocorrer queimaduras profundas no fígado, baço, rim, entre outros.

Mas por que eu trouxe este tema? Pois é de responsabilidade do condomínio nas áreas comuns, e do morador em seus imóveis, prezar pela instalação elétrica, evitando riscos aos que dela se utilizam. Isto nos faz lembrar os mais de 30 artigos que tenho escrito ao longo dos quase três anos neste espaço do site da Direcional Condomínios.

Vamos então retomar alguns cuidados que são peça-chave na manutenção e prevenção aos riscos:

Inicialmente, tomem os cuidados com tomadas, interruptores, quadros de distribuição, postes metálicos, fios de jardins e toda a instalação em um ambiente onde muitas pessoas passam. Todos esses componentes devem estar protegidos contra os contatos e aterrados;
Em seguida, protejam os locais como quadras e salões de festa e jogos, onde pode haver pontos molhados, os quais acentuam a vulnerabilidade do ser humano, pois o limite mínimo para os efeitos dos choques elétricos cai a 25 Volts;
E, por último, cuidem de ambientes como piscinas e lagos, pois é nesses locais que as tensões mínimas para afetar a saúde ou vida humana descem a 12 volts ou menos.
Nestes locais, além da instalação do DR em todos os pontos que alimentam a energia, as tensões devem ser reduzidas. Por exemplo, a iluminação de piscinas e seus arredores não pode ser realizada com tensões acima de 12 Volts. Jardins devem ter suas iluminações projetadas com tensões abaixo de 50 volts ou possuírem DR nos circuitos.

Vale lembrar que o choque elétrico é a passagem da corrente elétrica pelo corpo e a tensão é quem gera esta corrente elétrica. O que determina a tensão máxima ou mínima suportável é a resistência do corpo humano. Os valores que citei se aplicam a um adulto, pois uma criança tem resistência menor e com a mesma tensão pode ter uma corrente maior passando pelo corpo o que aumenta sua vulnerabilidade.

Por este motivo, repito: Avaliem suas instalações elétricas, reformem e adequem se necessário, e instalem dispositivos de segurança para que fiquem tranquilos. Concluindo, ‘choquinho’ ou ‘chocão’ são perigosos para todos, inexiste essa ‘história’ de choque leve, inofensivo.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

CUIDADOS COM SUA GELADEIRA PARA ECONOMIZAR ENERGIA

7 Dicas para economizar energia com sua geladeira.

Dentro da cozinha, a geladeira ainda é um dos eletrodomésticos que mais demanda consumo de energia. Apesar de os novos modelos já serem considerados mais eficientes, bons hábitos de uso desse equipamento ajudam a não deixá-lo gastar ainda mais energia do que o necessário. Confira:

1 - Deixe a geladeira sempre ligada
A geladeira precisa ficar ligada todo o tempo, durante 24 horas por dia. É importante saber que desligar o aparelho durante a noite e religar pela manhã não ajuda a economizar energia.
Como o aparelho opera sempre a uma determinada temperatura, quando o motor for religado, ele trabalhará mais para chegar à temperatura necessária, compensando o que foi economizado durante a noite. Segundo a Aneel, só vale a pena desligar a geladeira quando o período sem uso for de alguns dias.
2 - Não utilize a parte traseira para secar roupas
Outra dica é importante é não secar roupas atrás da geladeira. A prática é bastante comum, já que o calor do motor ajuda a evaporar a água, fazendo com que as roupas sequem mais rápido.
Evite fazer isso. O motivo é bastante simples: além de sobrecarregar o motor, aumentando o consumo de energia, o contato das peças molhadas com a grade eleva o risco de choques.
3 - Espere os alimentos esfriarem para guardá-los
Guardar alimentos quentes na geladeira também aumenta o consumo de energia, porque ela vai precisar “trabalhar” mais para fazer com que aquele alimento chegue à temperatura dos demais.
4 - Verifique o estado das borrachas de vedação
Verifique sempre o estado das borrachas de vedação da geladeira, a fim de evitar desperdício de energia. Um teste prático é colocar uma folha de papel e fechar a porta do refrigerador. Se a folha ficar presa pela borracha, a vedação está adequada. Se a folha cair, a borracha não está com vedação adequada, o que significa maior gasto de energia.
5 - Descongele o aparelho regularmente
É preciso descongelar o aparelho regularmente, assim como regular o termostato de acordo com a estação do ano e colocar a geladeira em local ventilado, afastado da parede, dos raios solares, do fogão e de estufas.
6 - Não forre as prateleiras
Forrar as prateleiras da geladeira impede a circulação de ar e acaba consumindo mais energia. Além disso, algum alimento pode não ficar bem refrigerado.
7 - Fique atento ao consumo de energia dos aparelhos
Além das práticas de consumo consciente, há outro detalhe importante que é preciso saber para aumentar a economia. Os modelos antigos de geladeira consomem mais – de acordo com a Aneel, cerca de 150 kWh por mês. Já os modernos são mais econômicos. É possível verificar o nível de economia a partir do Selo PROCEL e da etiqueta do Inmetro, que deve ter sempre a classificação A.
Mas também é importante saber que, quanto maior a capacidade da geladeira, maior o consumo. As comuns, de acordo com levantamento da Eletrobras, têm potência média de 45W a 150W. Já as duplex têm potência, em geral, de 250W.